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Generalidades

Generalidades

24
Ago22

E se...


Vagueando

E se quisermos participar num desafio e não temos inspiração?

E se, ainda assim, nos esforcemos, mas não conseguimos?

E se, em desespero de causa, com falta de inspiração, fazemos um drama?

E se, mesmo atrasado, participamos?

E se, fosse possível comparar o nosso drama, com o drama de uma folha em branco?

Não tenho respostas, mas deixo abaixo o meu drama de "O drama de uma folha em branco".

O drama de uma folha em branco

 

Desafios da Abelha tema 34

05
Jul22

O que sentes quando escreves


Vagueando

Tema 27 Desafio da Abelha

A escrita, (se é que posso chamar escrita aquilo que escrevo) é um exercíco de tortura a que me submeto.

Não porque aprove a tortura, mas porque o ato de me sentar em frente a uma folha em branco (aliás já escrevi um post sobre o drama do uma folha em branco) é penoso e, simultâneamente desafiante. Escrever é extremamente cansativo, daí que escreva apenas quando me dá na gana e a inspiração acontece.

Não é fácil juntar a vontade de escrever com a inspiração, mas sento-me frequentemente em frente a uma folha em branco, mesmo que dali não saia nada, ficam notas soltas que um dia se juntam e formam algo que gosto e que partilho.

O tempo em que permaneço sentado em frente à folha em branco tem sido curto, muito curto, por diversas razões. Contudo, as notas soltas são muitas, tantas que também não tem sobrado tempo para as juntar. 

Esta é minha resposta a este desafio. Resta-me acabar com a tortura, esperar que consiga cozinhar as notas soltas, quem sabe, possam servir para algum dos temas seguintes. 

Boas escritas.

https://rainyday.blogs.sapo.pt/52-semanas-de-2022-introducao-392169

 

14
Mai22

Algo inspirador na 11ª imagem do teu telemóvel


Vagueando

Desafio da Abelha - Semana 20

https://rainyday.blogs.sapo.pt/52-semanas-de-2022-introducao-392169

 

20220401_080036.jpg

Juro que fiz batota, porque a 11ª imagem no meu telemóvel não era esta e, não sendo esta, não era sequer inspiradora, era revoltante.

Daí que, com a tal batota, inspirei-me nesta foto porque, segundo dizem, o Sol quando nasce é para todos, mas vê-lo nascer é só para alguns, os que não esperam na cama que ele nasça.

Já marquei no meu telemóvel, a data para o encontro do próximo ano e espero vir a ter sorte porque observar o Sol nesta posição, só é possível durante poucos dias do ano e depois porque em Sintra o nevoeiro matinal gosta muito de nos estragar os planos previamente agendados bem como os planos fotográficos.

Espero que se inspirem e que me deixem saber o resultado da vossa inspiração.

08
Mai22

Uma carta para alguém


Vagueando

Desafio da abelha - Semana 19 - Uma carta para alguém

https://rainyday.blogs.sapo.pt/52-semanas-de-2022-introducao-392169

 

Já publiquei este post em Dezembro de 2021. Contudo, acho que pode ser uma carta para alguém que não sei quem é.

 

Para alguém que já tem idade para não acreditar no Pai Natal, mas que acredita na Justiça, aqui vão três histórias de como se exerce o poder sem fazer justiça ou como fazer da justiça um abuso do poder.

História um

Um jovem cidadão há pouco tempo no seu segundo emprego, o primeiro perdeu-o por causa da pandemia, é destacado para se apresentar no dia seguinte noutro local de trabalho da mesma empresa. Contudo, por falhas técnicas no sistema informático viu-se obrigado,  a passar pelo seu anterior posto de trabalho no dia seguinte pelo seu anterior posto de trabalho. Por volta das 10h sai, dirige-se ao novo local, depara-se com falta de lugares para estacionar. Em stress, vê um lugar e estaciona. Quinze minutos depois, recebe uma chamada no seu telemóvel.

Era a PSP a avisá-lo que tinha estacionado num lugar destinado a esta força de segurança. Sai apressadamente, retira o seu carro e dirige-se imediatamente à esquadra onde explica o sucedido. Agradece o telefonema e pede desculpa. Recebe como resposta, em tom de gozo; Já tem brinde, multa de 60 euros.

Esta pessoa tem vindo a partilhar comigo fotos do local circundante, onde se vê estacionamento irregular de todo o tipo. A PSP não se dá ao trabalho de consultar os registos dos automóveis em infração e ligar aos proprietários. Muito menos em passar-lhes o tal brinde, o que interessa afinal é proteger os seus próprios lugares.

História dois

Por ter interesse num determinado tema, tenho consultado alguns processos julgados e que já não se encontram em segredo de justiça. Recentemente, em resposta a um pedido de consulta a mais um processo, recebi um elaborado despacho de 4 folhas em que me atribuem o estatuto de arguido e negam o acesso ao processo. Contestei, não só facto de estar a ser tratado como arguido como da recusa. Reiteram a recusa , mas no email vem anexado um processo, o que me deixou estupefacto. Ao abrir esse processo, constato que nada tem a ver com o meu pedido e apago-o.

Dou nota do erro.

Da Justiça, nem um pedido desculpas por me tratarem indevidamente como arguido, muito menos uma explicação sobre o envio de outro processo.

História três

Recentemente estavam a decorrer  buscas levadas a cabo pela PJ,  ao FCPorto e ao seu presidente. Eis senão quando, com as mesmas a decorrer, cai no meu telemóvel,  enviado por um amigo reformado, que não está nem nunca esteve ligado à Justiça, o documento assinado pelos Procuradores que suportavam as referidas buscas.

A Justiça nem sempre prima pelo segredo que a sua própria legalidade impõe. Com estas três histórias, a Justiça deu uma valente machada na perceção que tinha sobre a sua idoneidade e credibilidade e, vai daí, achei melhor voltar a acreditar no Pai Natal.

Como isto é uma carta para alguém, informo desde já que não é para o Pai Natal..

22
Abr22

O amor


Vagueando

A minha primeira contibuição para o Desafio da Abelha - Tema 17

https://rainyday.blogs.sapo.pt/52-semanas-de-2022-introducao-392169

 

 

Dizem por aí que não há amor como o primeiro.

Segundo o dicionário, amor é o sentimento que nos impele para o objeto dos nossos desejos, paixão, afeto, inclinação.

Hoje foi a primeira vez que fui ao dicionário consultar o significado de amor porque, até aqui, achava eu que sabia o que era o amor, talvez por amor-próprio ou por amor à pele.

Se calhar, por comodismo sempre pensei que o amor era aquilo que se sentia, primeiro pelos pais, depois pela mulher, a seguir pelos filhos e a seguir pelos netos.

Depois percebi que o amor mais importante da nossa vida expressa-se em apenas numa palavra - Liberdade.

E é justamente esta palavra que nos permite, aqui nos blogs ou noutro qualquer lugar, desde que saibamos ter respeito por todos os outros, falar sobre o amor ou sobre outra coisa qualquer, mesmo que nenhum deles, morra de amores por nós.

O amor, amortece os choques, assim como os cheques amortizam as dívidas, quando não são carecas ainda que, dizem também por aí, que é dos carecas que elas gostam (talvez seja amor) mais.

Mas o amor, pode amordaçar e metamorfosear, os sentimentos e os egos, até dos mais egoístas.

Não há espaço que chegue para guardar o amor, mesmo que exista espaço para guardar as amoras, acabadinhas de apanhar nos silvados, onde o amor não se deixa prender.

O primeiro amor, só pode ser pois o amor à Liberdade, a qual não pode jamais ser amorfa nem ser amordaçada.

Caso contrário não há amor, nem possibilidade de se amar.

Se é comum dizer-se, que amor com amor se paga, pago com amor, o amor que tenho à minha e à nossa liberdade.

 

Desafios da Abelha

52 Semanas de 2022 – Tema 17

06
Nov20

A calçada e a esquina

O meu animal preferido


Vagueando

P4140149 (3).JPG

20201103_150931.jpg

 

 

Este post foi criado em Novembro 2020. Republico-o neste desafio,  Desafio da Abelha tema 29. adivinhem então qual o meu animal preferido.

 

Serpenteio pela calçada assim como uma cobra

A pedra é fria para o meu corpo já tão cansado

Busco o Sol que aquela esquina tem de sobra

Estou ainda longe, ofegante, mas determinado

 

Sei que sou capaz, estico-me mais para lá chegar

A beleza não pode fugir assim, sem que se veja

Não, não paro, parar é morrer, vou ter de saltar

Aquele Sol conforta a minha alma que, feliz festeja

 

Rastejo, farejo como um cão o odor do Outono

Uma nuvem chega, faz sombra, tolda-me a retina

Pensei que o Sol tinha ido procurar outro trono

Mas não, ainda há por ali, uma réstia de luz tão fina

 

Sol, não te vás já, este é mesmo o teu lugar

A pedra polida voltou a brilhar com a tua luz

As folhas caídas, andam por aqui a saltitar

Tenho muita inveja delas, tudo isto me seduz

 

Levo comigo o meu cão reaprendi com ele a ouvir

Vê-me como salvador mas é o que ele é para mim

Cheguei, outra sombra também, Sol tinhas de sumir

Enraiveci-me contigo, voltarei de novo, não é o fim

 

Não pode ser fim, porque a vida resiste mesmo que não pareça.

Fica latente, como a semente que sente a terra, a chuva e o sol, noite e dia, até que desponta, desabrocha, cresce e descobre, que nasceu no meio de tanta gente descrente, por causa de uma pandemia.

 

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