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Generalidades

Generalidades

12
Dez25

É Natal


Vagueando

É Natal e dia de desafio  1 foto 1 texto de IMSilva e não sei, pelo menos até agora altura em que escrevo, se vou arranjar foto para isto, que talvez possa ser um conto de Natal.

Não sei se é da minha idade ou da velhice do Natal, mas estou sem pachorra para aturar a sua transformação.

A mensagem passou de amor ao próximo para amor ao dinheiro do próximo.

Promoções, iluminações, pechinchas, Black Friday, oportunidades, descontos, música (cantas bem mas não me alegras), vendas online, vende-se tudo (alegadamente) ao desbarato, parece aquelas feiras em que o pregão passou da voz rouca e forte para a potência do megafone, embora a tanga seja a mesma.

Pedrito ainda não percebia o alcance das mensagens, nem o engodo, mas para ele significavam querer muito ter……,tudo e mais alguma coisa.

No meio da azáfama natalícia, os pais tentavam explicar-lhe que o Pai Natal não conseguia dar tudo ao Pedrito, afinal existiam outros meninos que apenas tinha pedido uma coisa ao Pai Natal e ele, coitado, também já velho, bem como as renas e o trenó, não conseguiam trazer tudo.

O Pedrito, pequenito mas bem informado, (não sabia o que eram fake news) acreditava em tudo, para ter tudo e mais alguma coisa. Segundo ele, os seus seguidores e amigos online, o Pai Natal tinha que se actualizar, usar as novas tecnologias, usar as plataformas de mulas expresso para fazer as entregas atempadas de tudo a todos.

Onde é que já se viu um velho, a fazer entregas, a carregar prendas e a deixá-las na chaminé? A chaminé é coisa que já nem existe ou existe mas é um tubinho fininho por onde um exaustor (Classe A++++ para ser ambientalmente sustentável), expele os fumos da cozinha e agora a malta quase nem cozinha, recebe a comida em casa.

E isto é a realidade, não é falso, aliás está confirmado pelo fact check).

O velho de barbas brancas só tem que dar a cara nas acções de marketing, no You tube e Instagram, contratar um grupo de tarefeiros para assegurar o sucesso da logística e fazer o Natal Great Again, mas com outro élan.

Reciclar o antigo Natal, talvez seja a definição mais adequada e ambientalmente mais sustentável, sim senhor mas com recurso às melhores práticas e sempre, mesmo que de forma fingida e falsa, com mensagens de amor e solidariedade, só para não se perder o espírito e a confraternização familiar com sorrisos amarelos à mistura.

Não é preciso juntar a família em casa, pode ser no hotel, mesmo que longe de casa, com tudo incluído, obviamente as prendas também, quem não pode ir (ou não quer ir) pode sempre juntar-se por vídeo conferência no Whats App e brindar na mesma.

Estão a ver a importância de uma boa logística de distribuição e da necessidade de recorrer a uma empresa de trabalho temporário de fornecimento de mulas expresso sazonais, para assegurar o pico de distribuição de prendas na noite de 24.

Os pais estavam horrorizados com a lógica do Pedrito e até lhe diziam que quando tinham a mesma idade do que ele, essa ideia seria motivo de gozação, e que na época era apelidada de lógica da batata.

O Pedrito chamou-lhes cotas, que não percebiam nada de nada e que agora o que estava a dar era querer tudo e mais alguma coisa, que se lixe o resto.

Os pais, chamaram-no à razão e disseram-lhe; Filho, está na hora de aprenderes que ninguém dá nada a ninguém.

Natal.jpg

 

Olhei para o céu com a sua luz natural mas que até me pareceu falsa, tudo já é falso, mas é Natal.

Verdade?

15
Ago25

Duas fotos, um texto

Sintra


Vagueando

 

Desafio 1 foto 1 texto de IMSilva

Estamos no reino de uma Vila, classificada em 06 de Dezembro de 1995 como Património Mundial no âmbito da categoria Paisagem Cultural.

Quase a celebrar 30 anos e a menos de um mês das próximas eleições autárquicas, nesta paisagem cultural, a cultura é sinónimo de desleixo.

Estas duas fotos, tiradas hoje, a pouco mais de 100 metros do Palácio da Vila em pleno Centro Histórico de Sintra, demonstram a falta de respeito por regras básicas que, infelizmente, não se cumprem por falta de civismo e por falta de uma cultura de fiscalização.

20250815_091102.jpg

Nesta Foto são visíveis, pilaretes metálicos no passeio para impedir o estacionamento de veículos (como se não fosse proibido fazê-lo em cima dos mesmos), uma linha amarela (M12) pintada no chão, que indica é proibido parar ou estacionar ao longo da mesma e por fim os pilaretes, apelidados de balizas móveis para impedir essa mesma paragem ou estacionamento.

Ninguém respeita, ninguém fiscaliza, ninguém multa.

Resultado, para-se e estaciona-se.

20250815_091152.jpg

 

Nesta foto, muito próximo do Palácio de Valenças, existe a linha de ziguezague M14, que significa que não se pode estacionar deste lado. A linha desvaneceu-se devido ao estacionamento permanente no local.

Ou seja, ninguém respeita, ninguém fiscaliza, ninguém multa.

Curioso é o respeito ou a falta dele, pela paisagem cultural. Num espaço com pouco mais de 10 metros  de comprimento, colocaram-se cinco pilaretes, sendo que três deles são diferentes o que não se coaduna com a classificação de Paisagem Cultural, destoa, cheira a improviso, desleixo e não pode acontecer numa Vila com esta honrosa classificação.

29
Mai25

Basta para não dizer chega


Vagueando

Participação XXIX, Ano II, no Desafio 1 foto 1 texto de IMSilva

Fascina-me o feito do nosso navegador Fernão de Magalhães.

Actualmente navegar naquela zona, com todo o conforto pessoal e com a ajuda dos meios tecnológicos avançados é fácil mas, quando passamos por aquele rendilhado de canais apercebemo-nos da epopeia que Fernão de Magalhães levou a cabo, é algo que só está ao alcance de grandes homens.

Ao ler o livro de Gonçalo Cadilhe, "Nos Passos de Magalhães, detenho-me na descrição feita por este escritor sobre a viagem que Magalhães faz a em 1518, durante 28 dias de Sevilha até Valladolid, passando por Córdoba, com o objectivo de obter o apoio que lhe foi recusado por Portugal, para a sua expedição.

E é em Córdoba que me detenho, pela curiosidade de visitar a Mesquita Catedral de Córdoba.

A história desta mesquita faz-nos lembrar como está correta a nossa postura de hoje perante a descoberta de vestígios do passado, não destruir, estudar e deixar evidência dessa descoberta.

No passado, por desconhecimento, por vingança, por guerra, em nome da religião, destruía-se o passado, erguendo em cima o presente, o novo pensamento, a nova conquista.

Ao visitar a Mesquita Catedral de Córdoba, cujo interior é belíssimo e cheio de nuances de luz que mudam consoante a rotação da terra, estava focado na luz que incidia no chão e tirei uma foto. Na fração de segundo seguinte, entra em cena uma criança que desconheço, apareceu ali, no meu plano, na minha foto e disparo de novo.

É essa foto da criança que trago hoje ao desafio.

Criança.jpg

 

Ao ver aquela criança naquele local, no meu plano, naquela luz, recordei e partilho convosco, o passado deste monumento. A Mesquita foi construída do Século VIII, em cima de uma Basílica Visigótica em honra de S.Vivente. Contudo, esta Basílica já havia sido construída em cima de um Templo Romano.

As suas colunas dão a sensação de um espaço imenso de um infinito inatingível, perspectivas estonteantes, sem perder nunca o alinhamento entre elas.

Não sei se Fernão Magalhães entrou neste monumento, quando em 1518, passou por Córdoba, mas se o fez ainda o viu na forma original, já que, em 1523 Carlos V, que apoiou a expedição de Magalhães, autoriza a construção de uma capela barroca no interior desta mesquita, vindo a arrepender-se amargamente, quando visitou o monumento três anos depois.

Espero, em nome daquela criança e de todas crianças que saibamos hoje educa-las de modo a não se destruir o passado e acima de tudo que a religião não seja o mote para radicalismos destrutivos. Basta, para não dizer Chega, a História tem que servir para prevenir os erros do passado.

 

24
Jan25

O Marco do Correio


Vagueando

Participação XXIV, do Ano II, no Desafio  1Foto 1 Texto  de IMSilva

Marco.png

 

Para participar neste desafio trago hoje um conto cuja autoria não me pertence. A Autora, que conheço virtualmente através de um workshop de Escrita Criativa, realizado online, em plena pandemia e onde participei, com mais onze autores, teve como resultado final  um livro editado em 2021 com o apoio da Fundação Oriente.

Este conto – O Marco do Correio - escrito por Conceição Martins, faz parte desse livro, com o título “Contos de Encontro” e que divulguei aqui.

Ao passar esta semana por vários marcos do correio em Sintra, o primeiro despertou-me a atenção pelo contraste do musgo no seu tampo vermelho, lembrei-me do conto e achei que uma foto, dava uma boa ligação com o mesmo e servia na perfeição para cumprir mais um desafio.

Solicitada a respectiva autorização da autora, reproduzo-o abaixo.

O Marco do Correio

Era uma caixa de correio vermelhinha e redonda na esquina da rua. Todos os dias a menina passava por ela a caminho da escola, mochila às costas, vergada ao peso da sabedoria e da insensatez dos adultos, que só permite que o primeiro contacto dos miúdos com o conhecimento se faça como se de um peso se tratasse. Assim, pequenina e ladina nas suas tranças loiras, lamentava a impossibilidade de pular e saltar como os seus seis aninhos desejariam, mas mantinha-se atenta ao que à sua volta se passava. Aquela caixa intrigava-a desde o primeiro dia em que por ela passara. Já tinha visto crescidos, elas e eles, que deitavam envelopes pela estreita fenda, mas parecia-lhe estranho o caminho que iam seguir.

«Muito gostava eu de ver como é por dentro», pensava ela. E, um dia, de repente e como que por magia, viu-se no interior do cilindro vermelho, franqueada a estreita fenda de entrada num mundo novo. Deambulou por entre cartas, postais, envelopes de tamanhos variados, soletrando as direções o melhor que podia. Nomes e locais todos diferentes que a faziam viajar por todo o país e até para além dele, mas isso ela não sabia. Não tentou ler nenhum – os conhecimentos não lho permitiam e já sabia que não devia invadir bens alheios. Espantada ficou quando verificou que estava numa caixa que não continuava pelo chão adentro, em caminho desconhecido ao contrário do que cogitara.

Propôs-se voltar, curiosidade esclarecida, mas era impossível repetir o milagre da entrada.

O pânico envolveu-a de alto a baixo, a angústia entranhou-se, chamou, gritou pela mãe, cada vez mais alto até que, finalmente, tudo se resolveu – acordou.

17
Jan25

Risco


Vagueando

Participação XXIII, do Ano II, no Desafio  1Foto 1 Texto  de IMSilva

 

A Câmara Municipal de Lisboa disponibiliza um aplicativo que dá pelo nome "Na minha rua." O objectivo, segundo o portal consiste em poder participar problemas em espaços públicos, equipamentos municipais e higiene urbana que necessitem da intervenção da Câmara Municipal de Lisboa ou das Juntas de Freguesia.

Concordo em absoluto com este tipo de aplicativos, quer pela facilidade do seu uso, quer pela possibilidade de cada cidadão poder ajudar a resolver problemas que surgem pelas cidades, apenas e só com recurso ao telemóvel e sem perder muito tempo.

As situações que já reportei, infelizmente prendem-se com a falta de bom senso e com a maior falta de respeito dos transeuntes, pelo espaço público, utilizando-o muitas vezes ao arrepio da legislação.

Sucede, esta é parte má, que para além desta negligência (in)consciente, a falta de fiscalização das autoridades e dos serviços camarários potenciam situações de risco.

A Baixa de Lisboa, como infelizmente se viu pelo grande incêndio do Chiado, conta com zonas degradas, ruas estreitas, escadarias que em caso de sinistro podem dificultaar e muito o socorro.

A foto que trago hoje para este desafio, é o espelho de uma dessas situações.  Bicicletas acorrentadas abusivamente nos corrimãos de escadarias de Lisboa.

20250115_150149.jpg

 

Em 2024, não sei precisar a data porque o aplicativo (lamentavelmente) não a disponbiliza, abri a ocorrência  "OCO/106258/2024, relativa ao acorrentamento de bicicletas no corrimão da Escadaria da Rua Martim Vaz junto à Calçada de Santana. A ocorrência foi resolvida, mas o aplicativo também não deixa consultar o teor da resolução.

Facto é que resolvida foi mas, as bicicletas abandonadas, sem rodas, em estado de degradação ali continuam acorrentadas como se pode ver na foto tirada esta semana, prejudicando todos os que necessitam de usar o corrimão quando circulam na escadaria.

Por outor lado, em caso de emergência, estas bicletas serão certamente um estorvo e pior, fonte causadora de ferimentos a todos os que por elas necessitem de escapar e/ou ir em socorro de pessoas e bens.

Espero que a CMLisboa e as autoridades removam sem qualquer contemplação todas as bicicletas acorrentadas aos corrimãos das escadas de Lisboa.

25
Out24

Vareta do Óleo


Vagueando

Participação XII do Ano II no Desafio 1 foto 1 texto de IMSilva

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Exemplo de uma vareta de nível de óleo

A sofisticação tem vindo a tomar conta do automóvel comum, de tal forma que alguns deles já se autoconduzem, pelo menos parcialmente. A inovação, o conforto e essencialmente aquelas coisas não essenciais para a função do veículo, têm vindo a aumentar de forma exponencial. Com o choque petrolífero nos anos setenta, a redução de peso dos automóveis, a par de uma melhoria da eficácia dos motores, consegui-se reduzir drasticamente o consumo dos veículos.

Contudo, nos últimos anos, esse peso tem vindo a aumentar, por força da incorporação de muito equipamento, desnecessário, destinado a melhorar o conforto catapultar as vendas.

Acontece que há coisas tão simples e terrivelmente eficazes em que não se devia mexer ou alterar, refiro-me, por exemplo à vareta do nível de óleo. O nível do óleo correto é essencial para a longevidade do motor que, caso este se torne insuficiente, provoca avaria muito grave no motor.

É uma peça barata, leve, dura uma eternidade, é das poucas peças do carro que nunca tem que ser substituída e não falha. O meu carro com 6 anos, não traz essa vareta, sendo que se verifica o nível do óleo no painel de instrumentos.

É confortável e prático? Sim, sem dúvida.

Mas isso implica uma série de itens desnecessários, um sensor, o fio que o alimente e o leitor que é montando no painel de instrumentos, para além de ter ainda de permeio uma ligação a uma centralina para processar a informação.

E quando esta coisa avaria?

Pois não há forma de verificar o nível do óleo, a não ser que se vá à oficina, se pague para o efeito e se espere que a mesma tenha disponibilidade para o fazer. A outra hipótese é mandar reparar que, no meu caso, já é a segunda vez, com um custo total de cerca de 1.200 euros.

Se o meu motor tivesse vareta de nível de óleo, teria poupado este dinheiro porque certamente não teria procedido a estas estupidas reparações.

A inovação é tão linda, para o lucro da marca, mau para o cliente e já agora que andam tão preocupados com a sustentabilidade, também é mau para o ambiente

 

 

22
Ago24

Perdidos achados de antigamente


Vagueando

 

Não posso perder a embalagem pelo que cá estou, mais uma vez, a participar neste desafio 1 foto 1 texto de IMSilva sendo que já vamos na participação IV do Ano II.

Nos locais públicos existe normalmente um local que dá pelo nome de Perdidos e Achados, mas nem sempre assim foi. E não foi porque faltavam meios para o fazer, não se considerava ser uma necessidade, nem tão pouco se esperava que objectos perdidos (salvo raras exceções, tal como hoje) fossem devolvidos.

Assim quando se perdia alguma coisa era normal publicar-se no jornal o que se tinha perdido, na esperança de que fosse devolvido através das coordenadas dadas no jornal.

Próximo post.jpg

 

Assim descobri na mesma edição do Jornal de Sintra de 13 de Agosto de 1950, conforme foto acima, duas situações antagónicas que aparecem juntas nesta edição nº 864. Uma refere-se a anúncio sobre a perda de uma pulseira de ouro, pedindo-se a sua entrega na Casa das Queijadas do Preto e outra a um anúncio que refere o aparecimento de uma ovelha na Estefânia há três dias, não tendo sido possível localizar o dono, pelo que se solicita que contactem os Armazéns Baeta, estabelecimento outrora muito conhedcido em Sintra.

Embora conhecendo os descendentes destes dois estabelcimentos, não consegui apurar se estes dois anúncios produziram o efeito desejado.

 

15
Ago24

O Mar


Vagueando

Ano II - Episódio III

Cá estou para participar mais uma vez neste desafio 1foto 1 texto de IMSilva

Foi uma semana alucinante do ponto de vista emocional, com alegria a rodos que me deixou um pouco atordado de felicidade.

Mas calmo e  sereno sentei-me em frente ao computador a pensar no que escrever para a foto que escolhi.

Nada, não sai nada. Como já em 2021 andei aqui a navegar pelo nada, não podia repetir a dose, senão parecia aquelas vacinas em que temos que levar com um segunda inoculação.

Contudo, essa navegação pelo nada, em tempos de pandemia, incluia mar, o que não é nada mau, porque o mar é inspirador, basta olhar para  foto, pelo que até podia fazer sentido.

20240812_182253.jpg

Esta escrita ficou um bocado deslavada, insípida, sem sabor nenhum a única coisa que se aproveita é a foto, o mar, o nevoeiro e o Sol, Sintra What Else.

Não fiquem tristes, trago algo bem melhor que a minha escrita. Cliquem na Canção do Mar e apreciem o mar enquanto navegam pela fotografia

 

18
Jul24

Máquina de Imperial Medieval


Vagueando

Este desafio 1foto1texto de IMSilva já dura e dura, parece as pilhas Duracell.

Para que não se esgote o desafio, hoje venho vaguear por uma máquina de tirar imperial.

 

20240713_134419.jpg

 

Fui à feira Medieval

Não é que tinham imperial

Disseram-me;  É normal

Disse; Na época não havia tal

Responderam; Mas esta máquina é tradicional (medieval)

Respondi; Vista assim parece virtual

Retorquiram; Estás a ver mal

Obrigaram-me  a olhar (de novo) para a máquina de imperial

Olhei; Parece convencional

Viram-me costas; Anormal

Pensei; Isto é inovação, quiçá Unicórnio, é Portugal

 

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