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Generalidades

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15
Out18

A Rota Vicentina


Vagueando

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A Rota Vicentina é composta por conjunto percursos pedestres no sudoeste do país e liga Santiago do Cacém ao Cabo de S. Vicente. Trata-se de uma zona de que gosto bastante tendo já percorrido a pé a totalidade do percurso, ou seja, 450 km. Esta rota é composta por dois caminhos, o histórico e os trilhos dos pescadores. 

O primeiro também é ciclável, o qual também já estou a fazer em BTT e o trilho dos pescadores segue pelo costa e pelas praias.

Não vou tomar partido pela maior de belza de um ou de outro, apenas e sáo deixar o meu contributo e homenagem a este excelente projecto que aconselho vivamente a fazer.

 

 

Vêm de fora, passar o tempo, ver o que desprezamos

Onde estão os famosos portugueses descobridores

Que fizeram a nossa história, com a qual nos regozijamos

Cegos, nem com cão guia, apreciam tão grandes valores

 

É triste e desolador, caminhar por tão bela alegoria

Isto não vai lá sem o cliché – De cortar a respiração

E depois não ver portugueses a fazer esta bela travessia

Não fazer esta rota, caminhar por ela,  parece uma traição

 

Andar, caminhar, respirar, observar, conversar, contemplar

Na rota há tudo o que precisa, está tudo ligado em rede

É só, pé ante pé, caminhar, caminhar, sem se enganar

Basta de seguir as marcas e não esquecer de matar a sede

 

Há dois Caminhos a escolher, o Histórico e o dos Pescadores

Se tiver dificuldade em acertar com o que fazer, não escolha

Um primeiro, a seguir o outro ou melhor, baralhe os odores

Faça-os, sim a ambos, como quiser e vai ver, fica novo em folha

 

Antes de começar pode-lhe parecer que é muito, olhe que não

Depois de se iniciar, nem quer pensar senão em rápido acabar

Pode descansar entre etapas, sem ter que dormir no chão

Um Turismo Rural por si sempre espera para o bem acomodar

 

A gastronomia alentejana é sempre boa aos dias úteis

Mas é ainda muito melhor nos outros dias da semana

Não comemos, perdemos a noção, ficamos fracos,  inúteis

E, pior que tudo, a moleza ataca, só queremos uma cama

 

 

A Rota não liga com cama, muito menos com acomodação

Não precisa gastar muita energia, mas sim ganhar alegria

Quando começar, vai logo querer acabar, é tudo motivação

Atento que estará  às marcações, nem precisa de qualquer guia

 

Cada metro palmilhado, a subir ou a descer, é para distrair

É melhor que ao seu pulmão tirar uma qualquer radiografia

Para o efeito dizem; Não respire, não respire, parece implodir

Aqui é só respirar, ar puro, tão puro, que fica bem na fotografia

 

Chegado ao fim, nem acredita que o fez, vai querer outra vez

Já não há percursos, mantenha-se atento, novos estão na calha

É só aguardar, ou ajudar a procurar novas rotas, dará jeito talvez

É que contribuir para a divulgação da região, merece uma medalha

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