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Generalidades

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28
Ago25

Buracos Património Mundial


Vagueando

Desafio 1 foto 1 texto de IMSilva

Passeios.png

Para este desafio trago hoje uma foto colagem com várias fotos. Foram todas tiradas hoje em Sintra, a tal vila que desde 1995 recebeu o galardão com a classificação de Património Mundial, na categoria de Paisagem Cultural.

Considerando que a calçada portuguesa se candidatou este ano a Património Mundial da Unesco, ficam mal na fotografia estes passeios de calçada portuguesa, todos no Centro Histórico da vila de Sintra ou muito perto deste.

Nem com a proximidade das eleições autárquicas se procedeu à reparação degradante destes passeios, onde visitantes caem frequentemente, devido ao seu mau estado e onde um carrinho de bebés ou uma cadeira de rodas para pessoas com mobilidade, não são bem bem-vindos a estes passeios.

Uma enorme falta de respeito pelos sintrenses, pelos turistas e pela classificação atribuída em 1995.

15
Ago25

Duas fotos, um texto

Sintra


Vagueando

 

Desafio 1 foto 1 texto de IMSilva

Estamos no reino de uma Vila, classificada em 06 de Dezembro de 1995 como Património Mundial no âmbito da categoria Paisagem Cultural.

Quase a celebrar 30 anos e a menos de um mês das próximas eleições autárquicas, nesta paisagem cultural, a cultura é sinónimo de desleixo.

Estas duas fotos, tiradas hoje, a pouco mais de 100 metros do Palácio da Vila em pleno Centro Histórico de Sintra, demonstram a falta de respeito por regras básicas que, infelizmente, não se cumprem por falta de civismo e por falta de uma cultura de fiscalização.

20250815_091102.jpg

Nesta Foto são visíveis, pilaretes metálicos no passeio para impedir o estacionamento de veículos (como se não fosse proibido fazê-lo em cima dos mesmos), uma linha amarela (M12) pintada no chão, que indica é proibido parar ou estacionar ao longo da mesma e por fim os pilaretes, apelidados de balizas móveis para impedir essa mesma paragem ou estacionamento.

Ninguém respeita, ninguém fiscaliza, ninguém multa.

Resultado, para-se e estaciona-se.

20250815_091152.jpg

 

Nesta foto, muito próximo do Palácio de Valenças, existe a linha de ziguezague M14, que significa que não se pode estacionar deste lado. A linha desvaneceu-se devido ao estacionamento permanente no local.

Ou seja, ninguém respeita, ninguém fiscaliza, ninguém multa.

Curioso é o respeito ou a falta dele, pela paisagem cultural. Num espaço com pouco mais de 10 metros  de comprimento, colocaram-se cinco pilaretes, sendo que três deles são diferentes o que não se coaduna com a classificação de Paisagem Cultural, destoa, cheira a improviso, desleixo e não pode acontecer numa Vila com esta honrosa classificação.

13
Ago25

CASA


Vagueando

Não, o tema não é habitação, mas sim automóvel.

CASA -  Centro de Arbitragem do Sector Automóvel ,  o centro de arbitragem para o sectro automóvel, cessou funções em 2024.

Desconheço as razões para esta decisão, não vou especular sobre ela, mas deixou o consumidor nas mãos dos fabricantes de automóveis em caso de litígio uma vez que, como toda a gente sabe, recorrer à Justiça é (muito) caro e demorado.

Deixo duas histórias, sem divulgar as respectivas marcas (ambas são premium, supostamente) senão ainda me lixo, que demonstram bem como em Portugal o consumidor é tratado com o maior desprezo.

História 1 (Marca 1) – Carro com três anos com revisões em dia realizadas na marca.

Estava em casa no final do dia a preparar-me para uma viagem que ia fazer de carro no dia seguinte. Abro a bagageira (automaticamente as luzes traseiras acendiam por questões de segurança) e noto que o farolim traseiro do lado esquerdo, cintilava e alternava entre acesso e apagado.

Pensei que poderia ser um mau contacto, como o acesso à lâmpada era feito através da bagageira, removi a tampa de proteção e tentei encaixar melhor a ficha no farol. Queimei imediatamente os dedos e o senti cheiro a plástico queimado. Constatei que a ficha estava a derreter e com a ajuda de um pano desliguei-a.

Retirei rapidamente toda a bagagem do carro para conseguir aceder à bateria que desliguei de imediato.

Tive sorte, sabia como reagir e tinha as ferramentas necessárias para desligar a bateria.

Mantive a vigilância ao carro durante uma hora, para verificar se não existiam outros sinais de alarme, sempre com a bateria desligada e adiei a viagem.

No dia seguinte, com a ficha desencaixada do farolim, experimentei ligar a bateria, fiquei ali uns minutos para ver se aquecia, o que não aconteceu. O Concessionário da marca ficava a pouco mais de 3 km da minha casa pelo que me dirigi ao mesmo, sem que o farolim do lado esquerdo funcionasse. Parei carro no concessionário e voltei a desligar a bateria, informando o recepcionista do que se tinha passado.

Pediram-me que aguardasse, cerca de uma hora que resolveriam o problema, e resolveram, com uma conta na ordem dos trezentos e muitos euros, que me recusei a pagar.

Veio um responsável da oficina falar comigo e disse-me que tinham substituído os chicotes (fios) quer do farolim esquerdo (o que deu problema), quer do farolim direito, alegando que se tratava de material de desgaste. Peguei no livro de revisões, onde se detalhava os pontos a verificar em cada uma delas e pedi ao responsável que me indicasse onde estava referida a necessidade de inspecionar o desgaste dos tais chicotes nos farolins traseiros.

Obviamente, não existia nada. A instalção elécrtica de um veículo, nomeadamente a cablagem dura toda a vida de um veículo e era obvio que a marca já conhecia o problema, passando o custo e pior, o risco, para o consumidor.

Acabei por pagar mas não me dei por vencido e facilmente resolvi o problema, graças às autoridades de outro país, os EUA, onde existe o NHTSA – National Highway Traffic Safety Administration. Numa pesquisa no site desta entidade, constatei que vários veículos do mesmo ano e do mesmo modelo, os farolins traseiros tinham pegado fogo, situação que nalguns casos tinha resultado em acidente, pelo que a marca foi chamada a corrigir a situação, que se devia a defeitos justamente naquelas fichas e chicotes.

Pegando nesta informação voltei ao concessionário e ameacei o responsável que iria colocar um processo em Tribunal, pelo que prontamente me devolveram o dinheiro que havia despendido. Ainda alertei a marca, para o risco situação e para a necessidade de fazer um recall a estes veículos, não me tendo apercebido que tal tenha sido feito.

Quando ouvirem falar que um veículo, registado em Portugal, pegou fogo e cada vez são mais, parece que se trata de uma situação normal e raramente se noticia a origem destes incêndios. Nestas casos, não está apenas em causa a perda do veículo ou o custo da sua repação, existem riscos para os utilizadores e para terceiros.

História 2 (Marca 2) – Carro com cinco anos e revisões feitas na marca.

É normal os veículos hoje serem vendidos com uma garantia contra a corrosão por 10 ou mais anos. Deixa-nos descansados ainda que saibamos que temos que respeitar algumas regras, nomeadamente levar o veículo às revisões oficiais de acordo com o preconizado pelo fabricante.

Ora perante o aparecimento de corrosão numa barra de tejadilho deste veículo, comprovada pelo concessionário da marca, o fabricante recusou-se a efectuar a reparação ao abrigo desta garantia, cujo prazo de 12 anos estava muito longe de expirar.

Alegou o fabricante, que o local onde apareceu a corrosão, não era na carroçaria mas sim num acessório.

De salientar que nenhum dos veículos deste modelo, vendidos em Portugal e na Europa, era ou é actualmente, comercializado sem aquela peça metálica (duas barras longitudinais no tejadilho) nem aquela peça metálica constava, nem consta do catálogo de acessórios do veículo em causa.

Acabei por apresentar uma queixa na CASA - Centro de Arbitragem do Sector Automóvel tendo pago para o efeito o valor definido para abertura do processo e, enquanto este decorria, informam-me que não o iriam concluir porque este organismo fôra extinto.

Fiquei sem o valor pago à CASA – Centro de Arbitragem do Sector Automóvel e ainda tive que suportar os custos da reparação da corrosão antes que aquilo alastrasse mais causando ainda maiores danos.

12
Ago25

Com porta


Vagueando

Já lá vai o tempo em que a Comporta comportava muita gente que, teimosamente, vá lá saber-se porquê, não ligava aquela paisagem, aquelas praias.

Quanto muito o pessoal metia-se com o boguinhas no ferry para Tróia e daí seguiam até Grândola a caminho do Algarve e nem deixavam vestígios da sua passagem na localidade de Deixa o Resto.

O objectivo era seguir rapidamente até Grândola, a tal vila morena e chegar ao Algarve, que ainda não era Allgarve, evitando as bichas, versão popular da expressão gourmet para designar filas de trânsito ou engarrafamentos, provocadas pela estreiteza da antiga ponte sobre o Rio Sado, onde os dois sentidos de trânsito não faziam qualquer sentido.

A Comporta desta época não tinha porta nem muros, ainda não tínhamos aprendido com Donald Trump, nessa altura um jovem, a quem os muros não lhe diziam nada, ele era mais gajas.

Daí que não entenda como na altura do PREC, tal com se fez com a Ponte Salazar, rebatizada de 25 de Abril, não se rebatizou a Comporta para Semporta, era mais democrático. Perdeu-se uma oportunidade de ouro ou, como se diz agora uma janela de oportunidade. Percebo a falha, se a ideia era não ter portas, porque raio se perdeu a janela, ainda por cima de oportunidade. Faz sentido existirem janelas onde não há portas?

Como diz o povo (que é /era ou nunca foi, quem mais ordena) mudam-se os tempos mudam-se as vontades. Assim com a bênção, cruzes canhoto, de uma autarquia de esquerda, liderada pela CDU, a Comporta de hoje é, nem mais nem menos, um upgrade de luxo da pobreza passada. Aí está uma inovação que nem precisou de um Unicórnio.

Não foi só a pobreza anterior que foi alvo de upgrade, também a pobreza mais recente, a tal que brincava aos pobrezinhos, com o dinheiro destes, que confiaram as suas parcas poupanças a estes brincalhões.

Na Comporta de hoje, não se brinca aos pobres, brinca-se ao exibicionismo privado dos ricos, onde as comportas se fecharam para a privacidade total. Falta o toque final, privar, não os pobres mas os remediados de usar a estrada que liga Troia a Grandola, não a fechando porque isso seria ilegal e os ricos fazem tudo de acordo com a lei, mas cobrando uma portagem bem alta, em nome do ambiente claro, para não poluir os pinhais, os lençóis de água, etc.

Esta medida, sensata, permitira que os residentes ocasionais, pudessem usar aquelas retas fantásticas para testar os seus bólides (ambientalmente sustentáveis) mas com muitos cavalos.

A CDU dá aqui um bom exemplo de como se rendeu, não só ao mercado, mas também ao mercado de luxo, o tal do Grande Capital.

Creio que Paulo Raimundo vai ser o primeiro líder partidário que nunca teve funções governativas, a superar os cachets de políticos executivos, como Barak Obama, Bill  Clinton, Tony Blair etc para explicar em palestras, como se deu esta reviravolta política, revirando no túmulo a Camarada Odete Santos que estava constantemente a apregoar que o Alentejo ainda seria comunista outra vez.

Até aposto que na sua primeira palestra, com o alto patrocínio da CDU, agora CDU - Coligação Democrática Urbanizadora, terá com participantes na primeira fila, Donald Trump e Benjamin Netanyahu, na expectativa de aprenderem como transformar, democraticamente, a Faixa de Gaza numa Riviera francesa.

07
Ago25

As voltas da vida


Vagueando

Desafio 1 foto 1 texto de IMSilva

Gosto de imagens, procuro-as todos os dias, diferentes, irreverentes, estranhas, impactantes mas não chocantes, choca-me o choque.

Mas a vida não é só beleza, ainda que alguns, infelizmente,  encontrem beleza no horror.    

O branco desta escada encantou-me e fiquei ali a pensar na sua função principal, na sua utilidade, mas também na sua forma e na sua beleza, na sua cor branca, a cor da paz.

20250807_153728.jpg

A escolha é nossa, ela está ali para nos servir e para não nos deixar cair no abismo, podemos optar por subir ou descer.

A opção é nossa, ela obriga-nos a andar às voltas, mas não é por cuasa dela que a nossa vida dá voltas, uma vezes para cima outras vezes para baixo.

 

 

07
Ago25

Flores que não murcham


Vagueando

     Ao sol, sem água e, consequentemente sem necessidade de rega, estas flores, viçosas, coloridas, dão vida às ruas que torram sob o calor abrasador dos últimos dias. Nem mesmo o calor violentamente refletido pelo piso das ruas contra estas flores as incomoda, embora os que as visitam, sofram com esta calma (calor), mas se deliciem com a calma (tranquilidade) do Alentejo.

Falo do Redondo e da Festa das Ruas Floridas que decorre entre 2 e 10 de Agosto.

Estive por lá no passado dia 6 e gostei da ideia, da decoração e apreciei o esforço desta gente que se dá ao trabalho de fabricar uma quantidade gigantesca de flores e montar uma parafernália de equipamentos para as expor.

A beleza espalha-se pelas ruas que se percorrem lentamente, primeiro para apreciar, fotografar e embasbacar com o colorido, com a simetria e a alegria que é ver este feito e em segundo, porque o calor aconselha passos lentos e paragens para refrescar, assim como se fazia naquele campeonato do mundo de futebol para refrescar os jogadores devido ao calor, a que chamavam o “Cooling break”.

A única coisa que não gostei foi dos altifalantes espalhados pelas ruas para animar os visitantes com música e publicidade às empresas locais, gostaria mais do silêncio mas isso é um problema meu, sou um adepto de espaços silenciosos.

Cada rua exibia orgulhosamente um tema, achei que a nenhuma delas faltava qualidade de execução ainda que o colorido e a exuberância de algumas talvez chamassem mais à atenção do visitante. O meu gosto pessoal foi para a rua dos Espantalhos e do Legos.

A decoração da rua Manuel Joaquim da Silva, cujo tema era “Feito à mão”, transportou-me ao passado ao recordar-me uma modista de Sintra, Isilda Martins, já falecida e que conheci muito bem e sobre a qual já falei neste post, a propósito de queijadas, para de alguma forma a homenagear com algumas fotos desta rua que se relacionam com costura.

Isilda.jpg

Se tiverem disponibilidade, fica o convite, visitem a Vila do Redondo, no distrito de Évora, as flores esperam por si, viçosas e coloridas até ao próximo dia 10 de Agosto. Entretanto ficam aqui umas fotos das flores que não murcham.

Estou certo que não darão o vosso tempo por perdido e, se não quiseram perder um dia de praia, passem por lá durante a noite, é mais fresquinho e ainda contam com animação musical.

01
Ago25

Tempo de eleições autárquicas


Vagueando

Desafio 1 foto 1 texto de IMSilva

 

Eu ainda sou do tempo em que o tempo tinha tempo, a espera era tranquila e normal, e ainda sobrava tempo, para os tempos livres.

O tempo hoje é medido de forma estranha, parece que ele não existe e toda e qualquer necessidade de hoje, segundo o tempo actual, deveria ter sido satisfeita ontem.

Daí que por falta de tempo em dois mandatos do Sr. Presidente Basílio Horta à frente da Câmara de Sintra, com as eleições autárquicas à porta,  se tenha decidido mexer nos abrigos das paragens dos autocarros. Contudo, em vez de se serem colocados nos locais onde não existiam antes, decidiu-se substituir os antigos (nem sequer estavam em mau estado) por uns novos e cujo valor acrescentado em termos de comodidade e conforto, parece-me nulo ou mesmo negativo.

A ideia subjacente parece ser mais mostrar obra, do que se preocupar se o custo/benefício é efetivamente melhor os utentes dos transportes públicos.

Talvez porque a percepção dos munícipes é de que os mandatos passam, não são grande coisa, mas as obras ficam, ali à vista de todos.

Há 30 anos que Sintra foi classificada como Património Mundial, passaram por cá 3 presidentes, Edite Estrela, Fernando Seara e Basílio Horta e não tiveram tempo nem engenho, para resolver o problema do trânsito, nomeadamente a construção de parques periféricos.

Ficam aqui duas fotos, uma de um abrigo antigo e outra de um abrigo novo.

À Esquerda temos um abrigo novo e na foto da direita o abrigo velho

Eu sei que as aparências iludem, mas eu dou uma ajuda.

O abrigo velho tinha um banco corrido onde pelo menos 3 pessoas conseguiam sentar-se, com jeitinho 4. O abrigo novo tem um banco onde se consegue sentar uma pessoa, com jeitinho 2 magrinhas.

O tempo em Sintra não parou, ficaram as paragens do tempo, (estas sem abrigo) onde não houve tempo em 30 anos, para aliviar o Centro Histórico e a Serra, do trânsito que já há muito tempo não devia andar por ali.

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