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Generalidades

Generalidades

25
Jul25

A História (infelizmente) repete-se como tragédia de dimensões dantescas


Vagueando

Participação no Desafio 1 foto 1 texto de IMSilva

Vai fazer amanhã dois anos que este desafio foi lançado. Creio que não falhei nenhum, ainda que tenha falhado claramente a numeração que lhes fui atribuindo no segundo ano, daí que abandonei essa prática.

Não sei se poderei continuar a ser assíduo nas publicações semanais e considero que o tema que me traz aqui hoje, não é certamente a melhor forma de celebrar um aniversário.

Daí que a(s) foto(s) de hoje não seja(m) publicada(s) em imagem; primeiro porque não são da minha autoria, segundo porque são chocantes.

Deixo-as em link, aqui.

Não esperava voltar a ver imagens semelhantes às que ao longo do tempo nos foram mostradas sobre o Holocausto, muito menos quando elas se relacionam com crianças que, obviamente não são terroristas e muito menos quando elas ocorrem num mundo supostamente mais justo, supostamente mais regrado, supostamente com leis que refletem a aprendizagem do passado, para proteger o futuro e supostamente quando a riqueza atingiu (para alguns poucos, bem certo) níveis estratosféricos. 

E muito menos esperava que as estas imagens, em Gaza,  fossem o resultado de aplicação de uma estratégia militar, com origem num povo que foi ele próprio uma vítima do Holocausto.

Enquanto há vida à esperança, talvez isto já não seja verdade. 

Estamos em guerra e ainda não percebemos, embora ela nos entre todos os dias no conforto das nossas casas, tendo sempre a hipótese de mudar de canal ou desligar a televisão.

A realidade não desparece nesse clique.

 

23
Jul25

Solidariedade


Vagueando

Somos todos perfeitos, temos sempre bons conselhos para dar, somos influencers e bloggers, indignamos com a eventual falta de seriedade dos políticos, preocupamo-nos com o ambiente, com o planeta e os animais.

Em suma somos todos perfeitos, honestos, impolutos e altruistas, só não percebo então esta notícia - Hospitais alertam para falta de sangue, e apelam à doação. Já há cirurgias a ser adiadas.

De repente, lembrando aquela questão levantadada por Batista Bastos - Onde é que você estava no 25 de Abril, é caso para perguntar onde anda esta gente toda solidária, indignada, salvadora do planeta?

Contra mim falo, que só dei sangue uma vez para uma pessoa conhecida e nesta altura já passei limite de idade para doar, mas quando grupos de  jovens ativistas se preocupam com as mortes que ocorrem devido à poluição, pergunto-me  porque não estão virados para este tipo de ajuda anónima.

 

11
Jul25

Absurdo


Vagueando

Participação XXXV, Ano II, no Desafio 1 foto 1 texto de IMSilva

Quando circulamos nas estradas nacionais e nos deparamos com um qualquer sinal de proibição, nomeadamente de velocidade -  sinal C13 - sabemos que essa proibição começa ali, mas nunca sabemos onde acaba.

Contudo, existe no Código da Estrada o sinal C20b que se destina, justamente, a assinalar o fim da proibição de um limite imposto anteriormente.

É lamentável esta falha recorrente que só contribui para a confusão e para o desrespeito dos limites impostos.

Sabemos, mais que não seja pela divulgação regular das estatísticas das autoridades, que o incumprimento dos limites de velocidade é a infração que está no topo da tabela. Fico apenas na dúvida se este topo se deve mais à fiscalização intensiva a esta infração (talvez porque rende boas receitas sem necessidade de muitos recursos humanos) ou se existem outras, igualmente muito graves, que não são tão escrutinadas e que por isso passam despercebidas.

Refiro a título de exemplo, desrespeitar o sinal vermelho ou de Stop ou desrespeitar a linha contínua.

Não obstante, existem limites de velocidade perfeitamente absurdos , que ninguém entende e por isso, não são respeitados.

Um exemplo entre milhares que existem pelas estradas portugeses, é o da foto.

 

20250711_084512.jpg

   Esta foto foi tirada na Av Sidónio Pais em Sintra, que no seu início tem um sinal que proibe velocidades superiores a 50 km/h. Do início desta avenida até esta sinalização distam cerca de 500m.

 Esta sinalização está colocada entre os entroncamentos à direita com a Rua Agostinho Fernandes e a Rua Dr. Cunha. 

 A questão que se coloca aqui, é que perigo(s) existe(m) nos 30 metros desta avenida , correspondentes  à distância da probição de 30 Km/h e da proibição de 50 km/h?

 Estas situações não servem de desculpa para o incumprimento generalizado dos limites de velocidade, mas são o sinal de desleixo e incúria na conservação e sinalização das estradas nacionais.

 

 

06
Jul25

Noventa e cinco cêntimos a crédito


Vagueando

Letra.jpg

Estão a imaginar, actualmente,  uma empresa conceder crédito a outra no valor de 95 cêntimos?

Provavelmente acham ridículo e inadequado.

E se vos disser que para além de conceder crédito deste valor, formalizavam-no através de um documento oficial (pagavam por esse documento e imposto em selos fiscais) e cobravam-no através de um banco?

Ainda mais ridículo parece.

E se vos disser que esse crédito se referia ao fornecimento de fazendas (tecidos) que seriam comercializados a metro em lojas da especialidade, para a confeção de roupas pessoais, através de costureiras e/ou alfaiates?

Acreditam?

Pois então olhem para esta letra (oficialmente um título de crédito), no valor de 189$00 – Cento e oitenta e nove escudos (0,95 €), sacada ( o vendedor) sobre um aceitante, (o comprador), que se comprometia a pagar este valor passados 15 dias da data de emissão deste documento, 13 de Novembro de 1950.

Falta ainda nesta letra a assinatura do aceitante (esta assinatura era feita ao lado da chancela da casa da Moeda).

Normalmente esta assinatura não era feita na emissão do documento (o vendedor era de Sintra e o comprador da Vidigueira) e as deslocações não eram tão fáceis e baratas como são hoje, era o Banco, por instrução do vendedor, que tratava de recolher a assinatura do comprador junto de um Balcão próximo da sua morada.

A mercadoria seguia assim via transportador e a letra seguia via banco.

Sucede que algumas vezes, os compradores não aceitavam o documento e/ou não o pagavam.

Nestas circunstâncias o vendedor solicitava ao banco o protesto da letra, ficando assim na posse da mesma e do protesto, com um documento oficial para reclamar a dívida, junto das entidades competentes.

Quando as coisas corriam bem o banco, neste caso o Banco Borges & Irmão, recebia o dinheiro do comprador (aceitante) e creditava a conta do vendedor (sacador).

Tudo isto tinha os seus custos, mas ainda assim faziam-se negócios. Dá para perceber pelo valor envolvido, que a maioria das pessoas vivia mal, muito mal.

Já lá vão setenta e cinco anos.

04
Jul25

Do uso ao abuso, até ao não uso


Vagueando

Os (maus) hábitos, proibidos por lei, instalam-se aos poucos e rapidamente se tornam numa praga.

Quando estamos na fase da praga, não há volta a dar, assume-se como regra, fechando os olhos, “legalizando” assim a praga.

Foi assim com o estacionamento abusivo em cima dos passeios, em frente a portões e até de portas de casas de habitação, foi assim com as trotinetas e bicicletas a circular em contramão e em cima do passeio, foi assim com o uso dos quatro piscas.

Hoje em dia dentro das cidades a praga dos quatro piscas instalou-se. TVDE’s usam-nos para tomar e largar passageiros no meio das faixas de rodagem, em que estes entram e saem pela porta do lado esquerdo ou os condutores deste veículos estacionam do lado esquerdo, fazendo os passageiros saírem pelo lado direito para a estrada em vez dos passeios.

Ainda se lembram das criticas que se faziam aos fogareiros (taxistas) em, Lisboa, nos anos 80?

São os particulares que param em segunda fila (bloqueando o trânsito) e vão tomar o seu café ou comprar o jornal e os veículos comerciais que, por verem os lugares destinados a cargas e descargas ocupados por veículos particulares, que legitimam a infração que estão a cometer, ligando os quatro piscas.

Curiosamente também se tornou uma praga, não usar os piscas para assinalar as mudanças de direção.

Vá lá entender, esta relação de amor pelos quatro piscas e ódio pelos dois e a forma como as autoridades não conseguem controlar a praga.

Não se pode pedir uma desinfestação para eliminar a(s) praga(s)?

04
Jul25

Por Uma Boa Causa


Vagueando

Participação XXXIV, Ano II, no Desafio 1 foto 1 texto de IMSilva

20250702_132832.jpg

No passado dia 2 , assisti no Telejornal na RTP 1 (podem ver aqui ao minuto 42) ao, Presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar uma nova fragância para homem e mulher. Essa fragância que dá pelo  nome de “Fight,Fight, Fight”, destina-se (traduzindo para português) às mulheres de respeito  e homens bons chefes de família.

Curioso foi o facto de ainda que a televisão ainda não transmita cheiros, senti logo o mau cheiro a entrar-me em casa e desliguei a televisão.

A esta hora já estão a pensar que venho falar do perfume cuja venda reverte para uma alegada boa causa.

Enganaram-se!

A boa causa é sim a comida peruana, cujos sabores e fotogenia desafiam-nos a saborear cada vez a gastronomia peruana.

Quando fui ao Peru, numa das primeiras refeições foi-me sugerido um ceviche, não fazia a mínima ideia do que era, não obstante, arrisquei e fiquei surpreendido, com o sabor.

Diria, para quem nunca comeu que o ceviche é assim uma espécie de sushi mas com temperos que lhe dão um gosto muito diferente .

Certo é que fiquei cliente e vim a descobrir mais tarde que o a comida peruano está no topo do mundo, aliás actualmente o melhor restaurante do Mundo encontra-se no Perú, restaurante Central.

Então para perceberem o título do post, aqui fica uma foto de um menu de entradas de um restaurante peruano, onde podem encontrar várias Causa para degustar.

20250702_135956.jpg

Pela parte que me toca, embora gostos não se discutam, a Causa de Cangarejo (no foto de cima) é uma verdadeira delícia.

Fica a ideia e a sugestão

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